Posts Tagged 'Sustentabilidade'

VII Seminário do PMI-RS terá palestra inaugural com Gregory Balestrero

Gregory Balestrero

Com o tema  “Inove para Gerenciar, Gerencie para Inovar”,  e marcado para acontecer entre os dias 21 e 24 de Setembro de 2010,  o VII Seminário do PMI-RS, conta na palestra de abertura com Gregory Balestrero, que pela primeira vez no Sul, deverá falar sobre a gestão de projetos como uma competêcencia estratégica.

Engenheiro Industrial por formação, Balestrero foi palestrante principal dos eventos internacionais do CEO como os fóruns da Economist, Business Week e Forbes. Sob a sua liderança, o quadro de membros do PMI triplicou em número, chegando hoje a 500 mil filiados em 175 países.

São esperadas cerca de 1.000 no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre,  e as inscrições podem serem feitas  por meio do site: www.pmirs.org.br/7seminario.

Estaremos presenter no  Seminário no dia 23 apresentando o novo filme da Rosalina sobre a Gestão Sustentável de Projetos.

ECOLESTRA – 03 de Setembro na FGV-SP

Ecolestra

Ecolestra

Promoção de Lançamento

Promoção de Lançamento

Promoção de Lançamento

Lançamento nacional dos novos filmes da Rosalina sobre Sustentabilidade

Nesta quinta-feira a Rosalina estará em Salvador no Congresso Nacional de Gerenciamento de Projetos para lançar seus dois novos filmes sobre a Gestão Sustentável de Projetos. Tratando de uma tendência no mercado atual, os filmes trazem por meio de uma abordagem prática dicas de como implantar diretrizes sustentáveis nos projetos e conseqüentemente nas empresas.

Nesta nova estória, Rosalina ilustra através de uma missão delagada pelo Dr. Agenor Rubens (dono da JJ&JSA) como pensar de maneira sustentável pode se tornar um círculo virtuoso na geração de oportunidade de negócios, capacitação de funcionários e não agressão ao meio ambiente. Um dos pontos fortes ressaltados no filme, é como a construção de diálogo entre a empresa e seus colaboradores, contribuem na construção de mudanças.

Não é apenas a imposição de mudanças por meio de uma diretoria que transforma a corporação, mas por meio do trabalho para que toda a empresa, em todos os níveis, incorpore a necessidade de mudar para si.

À convite da organização do Congresso Nacional em Gerenciamento de Projetos, Alonso Soler (idealizador na Rosalina) comentará através de sua palestra como foi conceber esta nova estória, e a pesquisa que isto resultou.

Acesse o site da Rosalina (www.rosalina.com.br) e faça download dos novos vídeos sobre sustentabilidade, ou então clique aqui. Esperamos que apreciem esta nova aventura da Rosalina.

Boa Viagem Rosalina!

Lixo é passado

Por: Sérgio Kleinfelder Rodriguez da  Sklein Consultoria

nova lei de residuos

nova lei de residuos

Após 21 anos tramitando no Congresso a Lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos acaba de ser sancionada. Dentre os diversos méritos da Lei, destaco o princípio de responsabilidade compartilhada como um novo marco na já bastante inovadora legislação ambiental brasileira.

Princípios são como as fundações de um edifício, sobre os quais todo o resto pode ser viabilizado. No caso do princípio da responsabilidade compartilhada, a inspiradora inovação surge exatamente de onde menos se esperava: do lixo.

Dá-nos a co-responsabilidade como cidadãos, empresários, trabalhadores, pessoa física e jurídica de atentarmos que não há, assim como nunca houve, sentido em convivermos em um mundo onde o acúmulo do desperdício pode ser facilmente quantificado pelos milhares de caminhões que diariamente carregam aquilo que processamos da natureza e transformamos em focos de poluição e degradação ambiental.

Toda a cadeia de produção e de consumo, enfim, compartilham de um novo paradigma ético onde se busca a solução na coletividade e não mais apenas na coleta e transbordos do lixo, a custos econômicos e ambientais cada vez mais insuportáveis.

Corrobora com este novo paradigma, impresso no DNA da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a necessidade de raciocinarmos sobre nossa insustentável cegueira de que pagamos por produtos que consumimos incluídos os indesejáveis rejeitos inaproveitáveis e, confusos, lançamos no lixo a mistura de tudo aquilo que ignoramos ser re-aproveitável e, portanto, com valor econômico. Além, ignoramos também o valoroso trabalho efetuado por aqueles que separam do lixo o sustento bem-vindo de muitas famílias.

Por ignorarmos tais fatos, necessitamos diariamente dos recursos minerais já em franco processo de escassez, além de outros recursos vitais como o ar e a água necessários para nossa própria sobrevivência.

Sempre considerei os aterros e lixões como uma atividade de mineração ao contrário. A Lei dos Resíduos vem reafirmar essa minha consideração ao inovar com a idéia de logística reversa como instrumento viável para a prática do princípio da responsabilidade compartilhada.

Espero, contudo, que prefeitos responsáveis pelos resíduos municipais e empresas ligadas aos serviços de limpeza pública não reinventem a roda e deturpem essa brilhante proposta, carregada de conceitos sustentáveis, transformada em Lei, através da ganância dos lucros exorbitantes de um negócio que no passado, ainda bem recente, a sociedade acostumou-se a chamar de lixo, como uma simbiose entre aquilo que manipulavam e aquilo em que alguns se transformaram.

Sustentabilidade: Uma nova tendência a ser seguida

Grandes projetos requerem grandes transformações. A afirmação é, sem duvida, uma realidade quando falamos de projetos feitos por grandes empresas. O problema é que o termo “grandes transformações” agrega um valor negativo em sua essência e essas “transformações” estão quase sempre ligadas a um contexto de destruição do meio ambiente. Temos essa sensação exatamente pelo fato de não existir, até algum tempo atrás, nenhum tipo de preocupação com o meio ambiente por parte das empresas. Desmatar, poluir e alterar o funcionamento natural do meio em que vivemos, não era um problema na hora de dar prosseguimento a qualquer projeto.

Com a forte concorrência e a semelhança muito grande entre as diversas empresas e produtos de cada segmento, pequenas ações tomadas por qualquer empresa, poderá se tornar um diferencial da mesma, aumentando assim os motivos de cada consumidor de comprar seus produtos. Ser uma empresa com preocupações sociais é um grande atrativo para se posicionar em um lugar melhor dentro de um mercado muito competitivo.

Embalados por uma nova mentalidade que a sociedade civil de um modo geral apresenta, as empresas hoje, estão se encaixando aos novos padrões na hora de executar suas ações. A cada dia aumentam-se as possibilidades para quem quer implantar medidas de sustentabilidade em seus projetos.

Para que um projeto seja sustentável, alguns conceitos básicos terão que ser aplicados. É necessário atentar se nenhuma das medidas tomadas irá agredir o meio ambiente, se o projeto é economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito.

Sustentabilidade Ambiental

Sustentabilidade Ambiental

A sustentabilidade não é um objetivo a ser alcançado, mas sim um caminho a ser seguido. Seguir por esse caminho não implica em uma diminuição da eficácia ou viabilidade de cada projeto, muito menos em abrir mão de uma quantia enorme de capital, mas sim na criação de métodos de agir e ter pessoas capacitadas e preocupadas socialmente, eticamente e culturalmente. Todas as partes envolvidas em um projeto têm que apresentar essa vontade única, fazer o projeto “acontecer” sem afetar ou destruir o meio ambiente.

Lei de Murphy x Gerenciamento de Riscos

Uma discussão quase infindável que pode ser proposta é esta:

Qual a real capacidade do gerente de projetos de prever todos os riscos do projeto?

Gerenciamento de Riscos
Gerenciamento de Riscos

Nesta apresentação: www.slideshare.net/gorges/a-lei-de-murphy-no-gerenciamento-de-projetos, o autor levanta as possibilidade de aplicação da Lei de Murphy,  colocando inclusive as situações que contribuem para a ocorrência da lei Murphy. O foco da apresentação é feita essencialmente sobre a  gestão, sem prever riscos ambientais por exemplo.

Mas considerando a Lei de Murphy sobre riscos de natureza macro econômica a situação fica ainda mais complexa, e apesar de que esta apresentação: www.slideshare.net/wprado/aula02-gerenciamento-de-riscos-pmbok-4-edicao-escm-3360229?src=related_normal&rel=1028882, ofereça medidas de como prever e mitigar. Será mesmo que somos capazes de mitigar e prever todos eles?

De alguma maneira, tentar prever estes métodos é como fazer uma análise de riscos com base em dados que já não condizem com a nossa atual realidade? Por exemplo, os ultimo guias de gerenciamento de projetos ainda não incorporam a revolução da informação que as redes sociais representam, assim como as questões referentes a meio ambiente, que transformam muito por exemplo a forma de contingênciar crises.

Agora estas são as mudanças, mas o que virá nos próximos anos não sabemos, e quando soubermos já teremos outras mudanças. E fica a questão inicial: Qual real a capacidade do gerente de projetos de prever todos os riscos do projeto?

Fica a questão.


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